Como o anonimato funciona de verdade.
Quem relata não cria conta, não informa e-mail e não deixa IP. Volta ao caso com protocolo e senha.
O que não é gravado
O relato anônimo não pede cadastro. O endereço de IP e o navegador de quem relata não são gravados. Num canal de denúncias o IP costuma ser o da rede da própria empresa: cruzar com o log do TI chegaria em quem denunciou, que é o vetor que o canal existe para não ter.
A senha do protocolo é guardada como hash irreversível. Nem a equipe do Fala Seguro consegue lê-la. Quem perde a senha não a recupera, porque recuperar exigiria identificar a pessoa, e é orientado a relatar de novo. O comitê reúne o relato novo ao caso que já existe.
Quem enxerga o caso
Só as pessoas cadastradas no comitê, com acesso em duas etapas. O sistema não roda na rede da empresa, então o TI dela não alcança o banco. O corpo do relato é cifrado em repouso e nunca sai por e-mail: a notificação avisa que existe um caso e manda ao painel, sem o texto, o protocolo ou a senha.
Quem quiser se identificar, escolhe. Nesse caso os dados aparecem apenas para o comitê. A conversa segue pelo protocolo, sem revelar quem escreveu do lado de quem relatou.